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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Para perícia, arma que idosa alega ter usado no assassinato de criminoso em Caxias do Sul não foi a que matou o bandido

— Meu Deus, imagina quanto inocente preso por causa das perícias.

Essa foi a frase que Odete Hoffman, 88 anos, teria proferido ao ser informada que mais uma perícia da investigação do crime em que está envolvida deu negativa. O Instituto-geral de Perícias remeteu à Polícia Civil o resultado do teste balístico no revólver Smith & Wesson, calibre 32, supostamente usado pela idosa não foi a mesma arma que matou o assaltante Márcio Nadal Machado, o Cachorrão, 33. A aposentada admitiu à polícia ter matado o bandido depois dele ter invadido o apartamento onde Odete mora sozinha, na área central de Caxias do Sul, no começo da noite de 9 de junho de 2012.

Segundo uma fonte do IGP, o projetil retirado do corpo do bandido não teria sido disparado pelo revólver apreendido pela Brigada Militar e encaminhado à Polícia, logo após o assassinato do criminoso. Para elucidar esse ponto da investigação, a perícia teria sugerido à polícia que solicitasse a exumação do corpo de Cachorrão. Haveria pelo menos mais um projetil no cadáver. Odete disse ter atirado três vezes contra o invasor de seu apartamento. O pedido de exumação está com o Ministério Público, que ainda não se manifestou se concorda com a nova perícia.

Outro detalhe que foi alertado pela perícia e que constaria na investigação policial é a reação de Odete ao receber o revólver para provar que poderia participar da reconstituição do crime, no dia 22 de abril. Ela não teria reconhecido a arma. Achou o revólver com uma tonalidade diferente daquela que supostamente usou para matar o criminoso.

O exame balístico na arma é a segunda perícia contrária à versão de Odete para o crime. Em outubro do ano passado a investigação havia recebido o teste residuográfico. A análise procura por vestígios de chumbo, bário e antimônio. Os dois metais e o semimetal podem ser encontrados na pele que quem atira com uma arma de fogo. O teste realizado em Odete foi negativo.

O delegado Joigler Paduano afirmou que só se manifesta após o final das investigações. De acordo com o depoimento prestado pela idosa, na noite do crime, ela dormia quando foi surpreendida por Márcio Machado dentro de seu apartamento, recolhendo objetos. Odete disse ter ido até o armário do quarto, apanhado um revólver guardado ali há 30 anos e atirado contra o criminoso.

Fonte: ClickRBS, casodepolicia

Odete Hoffman


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